Segundo a empresa, outros 750 municípios passarão a ser atendidos ainda no primeiro semestre de 2012.BRASÍLIA - A Oi lançou hoje em mais 150 municípios o plano de internet rápida popular do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Com isso, a cobertura da companhia com os pacotes de 1 megabits por segundo (Mbps) por R$ 35 mensais já chega a 450 cidades em 24 Estados. Segundo a empresa, outros 750 municípios passarão a ser atendidos ainda no primeiro semestre de 2012. O objetivo é atender todas as 4.800 cidades da área de atuação da Oi até 2014.
Eduardo Rodrigues, da Agência Estado
Governo prepara plano de voz e internet no celular por R$ 30 mensais
Para ter acesso ao plano popular, consumidor precisará ser beneficiário de algum programa social do governo.
BRASÍLIA - O governo quer lançar este ano um pacote popular de celular e internet para consumidores de baixa renda. A ideia é que as operadoras vendam planos de serviços no valor máximo de R$ 30 por mês, que darão direito a fazer uma quantidade razoável de ligações pelo telefone móvel para qualquer operadora e usar a banda larga pelo aparelho.
"A ideia é que as pessoas possam ligar para outras operadoras, pois franquia para números da própria empresa elas já dão", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Para contratar o pacote, o usuário precisa receber algum benefício social do governo, ou seja, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). A proposta está sendo desenvolvida pelo Ministério junto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As operadoras já foram sondadas. "Vamos definir no governo a proposta e chamar as empresas para negociar os parâmetros mínimos que aceitaremos", afirmou Bernardo.
A iniciativa do governo, segundo o ministro, busca promover a universalização do serviço para os consumidores que estão de fora da inclusão digital, por não terem condições de pagar nem mesmo o valor de R$ 35 por mês para o pacote de internet de um mega de velocidade comercializado no âmbito no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). "Estamos estudando como a gente pode fazer para ter um pacote de serviços tanto de telefone quanto de internet por um preço mais reduzido, de maneira que todo mundo possa usar o serviço", ressaltou Bernardo.
Karla Mendes, de O Estado de S. Paulo

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