Monday, October 3, 2011

José Carvalho ( Zuza ) comenta a Poluição Sonora no Crato

Caro Amigo Dihelson,

Gentileza publicar esta notinha !

Sabemos perfeitamente que a poluição sonora em Crato, já desmoralizou Juizes, Promotores , Semace e outros orgãos públicos.

A mais interessante que ouvi nos últimos dias foi a do deputado Roque, juntamente com o Governador, anunciando aos berros no centro do Crato, que estavam mandando para o bairro do seminario o caminhão do cidadão para emissão de carteira de identidade. O volume do som, juntando com o conteúdo da publidade, é o suficiente para dar dor de cabeça até em cabeça de alho. Até que ponto e até quando vamos ser vítimas de tanta palhaçada.

José Carvalho Leite (Zuza)

Uma Resposta:

Zuza,tudo bem que a poluição sonora provocada pelo "caminhão do cidadão" tem seus malifícios, mas precisamos ver também os benefícios que essa atitude aí vai trazer, como os documentos à população. Só precisam baixar o som a ponto de se tornar aceitável. Estou contigo no combate à poluição, e é verdade: A poluição sonora em Crato já desmoralizou as autoridades.

Eu acho que precisa é de Atitude, sabe ?
Se eu fosse alguma autoridade aqui no município, se eu tivesse o braço da lei, o que eu faria:

Arrumaria uns 2 ou 3 carros descaracterizados, alguns policiais ( que passam o dia coçando ), e diria: Turma, sobe aí nos carros, vamos ali. Sairia percorrendo a cidade durante uma semana. Principalmente nos fins de semana. Em uma tarde, a gente multaria uns 30 e prenderia alguns só pra causar mêdo nos outros. Eu garanto a você que esses 30 presos e multados já iriam servir de exemplo para os outros, porque quem polui a cidade são quase sempre os mesmos. E colocaria um policial lá na Praça Siqueira Campos dirante 8 horas por dia. Todo carro e moto com reboque sonoro que passasse, seria multado. Multa pesada!

Quando acontece um descontrole, a culpa não é dos foras-da-lei, é de quem tem a lei, o poder e não exerce. É um antro de permissividade, uma espécie de "deixa passar", quase como se fosse uma conivência. Isto é um absurdo!.

Abraços,

Dihelson Mendonça

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