Senhores:
Vejam até onde as “patacoadas” (tolice, chocarrice, bazófia, lorota) da nossa grande mídia (Veja, Folha, Globo à frente), findaram por levá-la: à desmoralização completa (através de um humor fino e requintado).
Obs: transcrito "ipsis litteris" da coluna do Luis Nassif.
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Cena na CPI do Judas:
Senador Arthur Virgílio: Relate, evangelista João, o que sabe sobre o episódio de um unguento.
João: “Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.” (Evangelho de João 12: 3)
Senador Arthur Virgílio: Que Maria, ó João?
João: “Maria era aquela, cujo irmão Lázaro estava enfermo.” (Evangelho de João, 11:2).
Senador Arthur Virgílio: E o Judas, estava lá ?
João: Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse: “Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres?” (João 12: 4-5)
Senador Aloizio Mercadante: Um aparte, por favor. Mas então Judas queria fazer justiça social! Esperava que Jesus realizasse o Céu aqui na Terra, com distribuição de renda! João: “Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.” (João 12: 4-5)
Senador Aloizio Mercadante: Há provas dessa acusação?
Senador Arthur Virgílio: Claro que há! Segundo a Folha de São Paulo, o digníssimo Prefeito Herodes Antipas teria afirmado que a mui pura e honrada Salomé encontrou, em sua agenda, o registro do encontro que teve com Judas, quando esse lhe confessou os desvios!
Senador Aloizio Mercadante: Qual a data desse encontro?
Senador Arthur Virgílio: nove de outubro do ano trinta e quatro, de acordo com a Veja.
Senador Aloizio Mercadante: "Ano trinta e quatro"? Mas nessa data Judas já havia se enforcado!
Fonte: Blog do Luis Nassif – Postagem: José Nilton Mariano Saraiva
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