
Esta fábula que eu vou narrar foi contada por um camponês e que por muito oportuno passo a historiar a fim de expressar pensamento sério e evolutivo do povo.
"Certa vez, um urubu pousava num galho de uma árvore, triste, faminto, aguardando a morte de algum animal para saciar a sua fome.

Após decorrer um quarto de hora, apareceu de repente um gavião espevitado, alegre e indócil, dizendo ser esperto e não esperava por tempo ruim, alimentava-se de qualquer maneira, mesmo não encontrando alimento suficiente, abatia os filhotes das aves que se diziam amigas.
O gavião falava para o urubu: e você, por que vive ai faminto, não faz como eu? Agora só vive esperando que seu companheiro morra a fim de abater a sua fome? Ora essa, eu não me compadeço de nada! Não espero oportunidade, mas persigo o animal de qualquer jeito e vou em frente, devoro-o pois eu só como carne quente.
O gavião falava para o urubu: e você, por que vive ai faminto, não faz como eu? Agora só vive esperando que seu companheiro morra a fim de abater a sua fome? Ora essa, eu não me compadeço de nada! Não espero oportunidade, mas persigo o animal de qualquer jeito e vou em frente, devoro-o pois eu só como carne quente.
O urubu por sua vez, ficava calado, não reagia aos insultos do gavião, deixava-o falando sozinho e não esboçava nenhuma pergunta. De repente, surgiu uma ave da família columbiforme, bem pertinho do gavião, visto que fazia pouco de suas conversas farofeiras.
O gavião esperneou e disse para o urubu: quer ver como eu sou ativo? Não perco oportunidade, pois vou atrás desse pombinho que está fazendo pouco de mim e espero saboreá-lo em alguns instantes. Partiu celeremente, esvoaçando atrás do pombinho, mas o dito pombinho muito esperto, passou entre dois galhos de um cactáceo espinhento, seguindo-o atrás o gavião apavorado que se estrepou num dos espinhos do mandacaru e não pode conseguir o seu intento. Ferido e abatido gritou para o urubu, solicitando que o socorresse, mas o urubu esperto respondeu: Não vou não, eu quero que você morra, pois fique sabendo que eu sou um animal saprófito e só como carne fria."
Queremos falar que esta fábula tem o aspecto de narrar história de alguns distritos sem condições de se manterem elevados, teimam em querer subir a força, isto é, acima da lei. Não podemos contribuir com esse problema sério, pois sempre têm que viver com o pires na mão, solicitando verbas do Poder Central, e deixa de lado a sinceridade que venha prejudicar o comportamento do homem em torno de melhoria de vida, através de geração de emprego e renda, visto que não havendo condições favoráveis, devem permanecer num grau de humildade e depois ajudar o município a desenvolver, através de trabalhos profícuos e sinceridade no seu comportamento de homem sério.
Pexto de Pedro Esmeraldo
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