Sunday, November 1, 2009

Esquerda versus Direita – por Armando Lopes Rafael


Nas nações democráticas do Primeiro Mundo a “direita” e a “esquerda” convivem harmonicamente. E até se revezam no poder, como ocorre na Espanha, França, Inglaterra, dentre outros países. A economia é tocada pela iniciativa privada. As empresas estatais são mínimas.

Apesar de ser o país mais rico e mais moderno da América Latina, o Brasil vem – nos últimos sete anos – acompanhando o atraso ideológico que varre parte da América Latina. Aqui encontramos admiradores e defensores ardorosos da "dinastia" dos Castro, (ditadores há meio século de Cuba), de Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega. Ser chamado “de direita" no Brasil é quase um palavrão. Na melhor das hipóteses é ser “politicamente incorreto”. Nenhum político brasileiro tem a coragem de se declarar “de direita”. Mas, na prática, a direita existe e tem muito mais gente a favor dela do que da esquerda.
No Brasil o “pensamento-formador de opinião” está quase todo nas mãos da esquerda. Esta, via de regra, é difundida em massa nas universidades públicas, por professores de esquerda, jornalistas, burocratas e funcionários de empresas estatais. Eles “engessam” as cabeças dos alunos e dos que acessam a mídia, com um suposto “humanismo enobrecedor”. Apresentam-se como os justiceiros dos pobres. Para quem duvida, tente lembrar-se de pelo menos três jornalistas ou professores que se declarem “de direita”.

E quem são os famigerados “direitistas”? São aqueles que têm coragem de reconhecer que os Estados Unidos da América são o país aonde melhor funciona a pluralidade de opiniões e a possibilidade de defendê-las. Os “de direita” acreditam que o capitalismo – apesar dos muitos defeitos e falhas que possui – é o único regime que possibilita pessoas empreendedoras conseguir acumular patrimônio. Na prática, ser “de direita” é pautar sua vida no princípio cristão de liberdade com responsabilidade individual e não acreditar no materialismo dialético dos socialistas que vêem todas as ações humanas como simples produtos condicionados pelos meios materiais.
Texto e postagem: Armando Lopes Rafael

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