
Dia 18: Dramaturgia: Leituras em Cena.
Autor: João Ubaldo Ribeiro
Grupos: Nós 6 de Teatro, Armadilhas Cênicas, Cia Wancillos.
Dia 19: Silvestres
Grupo 3X4 de Teatro
Sinopse:
O que está em questão é o desejo de viver, independente de quem somos e onde estamos, é a liberdade em sentir e realizar. Entretanto, nem tudo é permitido na sociedade em que vivemos.
Uma mulher solitária e mal-amada desconfia que seu esposo esteja tendo um caso com outra mulher e a partir desse acontecimento inesperado, mergulha fundo em uma história de paranóia, solidão, depressão e insegurança. Durante uma terça-feira de carnaval dois homens se encontram em pleno folião, se atraem, esquecem seus corpos para viver o desejo. Na semana santa uma mulher, sufocada pela relação com o amante, pretende viver cada segundo de sua vida para não cair em desgraça.
ERRATA:
Dia 19, o espetáculo Silvestres será às 21h. Indicação: 18 anos
Dia 20: O mistério da cascata
Grupo Parque de Teatro
Sinopse:
Espetáculo de humor negro livremente inspirado na obra de Caio Fernando Abreu. Uma sátira com todos os elementos de um conto de fadas com direito a princesa, príncipe, bruxas e muita diversão. Este trabalho foi cosntruido na linha de pesquisa do Grupo sobre encenação a partir da relação entre cinema e teatro.
Dia 21: Os cactos
Grupo Expressões Humanas
Sinopse:
Os Cactos, texto de Emmanuel Nogueira, conta a história de uma mãe que confina sua vida no quarto do filho que desapareceu nos porões da ditadura militar brasileira. Pedro, jovem revolucionário, é preso, torturado e desaparece sem deixar notícias. A trama se desenvolve em quadros que retratam através dos tempos, 1968 aos dias de hoje, o legado da ditadura militar nas relações humanas.
Entre dores, esperanças e barbáries o clima de crise política e de tensões sociais de um tempo vão sendo mostrados numa alternância de sentimentos que se personificam entre o anseio de viver e morrer por um sonho. O espetáculo procura criar uma relação com o presente cobrando uma dívida do país e reforçando a luta dos familiares pelo direito de encontrar e enterrar os corpos dos seus entes queridos que ainda somam mais de 140 desaparecidos políticos no Brasil.
É neste estado árido de sentimentos e esperanças que a história transcorre. O espetáculo se insere no presente para que não se esqueça. Para que nunca mais aconteça.
Dia 22: Ensaio para um silêncio
Livremente Inspirado na Obra “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector
Grupo Expressões Humanas
Sinopse:
O espetáculo é uma tentativa de captar a essência do silêncio que penetra o vazio do ato da criação. Livremente inspirado na última obra lançada em vida por Clarice Lispector o espetáculo se desenvolve através do jogo entre criador e criatura e dos diversos eus que duelam na criação dos personagens. Diante de fatos reais o criador dilata o micro para chegar ao macro e vice e versa, se perdendo em meio a inúmeras divagações de cunho existencial e social no intuito de captar a vida de uma retirante nordestina perdida na cidade grande.
O espetáculo tece as artimanhas da própria narrativa para explicar a criação, montagem e apresentação da própria obra. Por meio dos personagens os atores vão seduzindo o público com a sensibilidade de quem percebe a complexidade do ser na simplicidade da alma humana.
A idéia de visitar a obra e traduzi-la para o teatro nasceu de nossa inquietação pelo “absurdo” da condição humana e dessa relação do eu com o mundo que como diz Camus: é experienciado como um divórcio entre o homem e a sua vida, entre o ator e o seu cenário. O absurdo nasce deste confronto entre o chamamento humano e o desrazoável silêncio do mundo”.
RELEASE
O espetáculo é uma tentativa de captar a essência do silêncio que penetra o vazio do ato da criação. Livremente inspirado na última obra lançada em vida por Clarice Lispector o espetáculo se desenvolve através do jogo entre criador e criatura e dos diversos eus que duelam na criação dos personagens. Diante de fatos reais o criador dilata o micro para chegar ao macro e vice e versa, se perdendo em meio a inúmeras divagações de cunho existencial e social no intuito de captar a vida de uma retirante nordestina perdida na cidade grande.
O espetáculo tece as artimanhas da própria narrativa para explicar a criação, montagem e apresentação da própria obra. Por meio dos personagens os atores vão seduzindo o público com a sensibilidade de quem percebe a complexidade do ser na simplicidade da alma humana. A idéia de visitar a obra e traduzi-la para o teatro nasceu de nossa inquietação pelo “absurdo” da condição humana e dessa relação do eu com o mundo que como diz Camus: é experienciado como um divórcio entre o homem e a sua vida, entre o ator e o seu cenário. O absurdo nasce deste confronto entre o chamamento humano e o desrazoável silêncio do mundo”.
ENTRADA FRANCA
Programa Cultura SESC Cariri
(88) 3587 1065 (SESC Juazeiro)
(88) 3523 4444 (SESC Crato)

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