Lamentavelmente,o clima, a natureza e o efeito estufa
caracterizam o desajuste mundial e
afeta principalmente aos povos sem distinções alguma,lembro aqui as pregações santa do senhor dos desertos e suas
reflexões cristã,quando não
em baixo de árvores frondosas de virtudes
benéficas ao refrescante vento das brisas dos montes e dos litorais.
AQUI JAZZ árvores ,vistosas e
sombrosas em dias de elevadas temperaturas de um
cariri agrestes e escaldantes,bela
ideia esta
derrubar árvores para valorizar
imóveis pertencentes a diocese
cratense,salvem-se as mesmas em torno da praça da sé ou já se
planejam na calada oculta dos tribunais
inquisidores as suas derrubadas,tudo é
possível a ter mesmo
compactuações eclesiaticas na condenação do mundo pelo fogo escaldante do clima,uma
fogueira auspiciosa a liberdade da natureza.
AGINDO CONFORME A NATUREZAMonge e discípulos iam por uma estrada.Quando passavam por uma ponte,
viram um
escorpião sendo arrastado pelas águas.O monge correu pela margem
rio,meteu-se na água e tomou o bichinho nas mãos.Quando o trazia para fora,

o bichinho o picou e, por causa da dor, o bom homem deixou-o cair novamente
no rio.Foi então à margem,tomou um ramo de árvore,adiantou-se outra vez a correr
pela margem,entrou no rio,colheu o escorpião e o salvou.Voltou o monge e juntou-se aos
discípulos na estrada.Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

-Mestre,deve estar doendo muito!Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso?
Que se afogasse!seria um a menos!Veja como ele respondeu à sua ajuda!Picou
a mão que o salvou!Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
-Ele agiu conforme sua
natureza e eu
(o padre),de acordo com a minha.

Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)
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