Domingo de manhã:
Tempo fechado, temperatura agradável (convidativa à permanência na cama), música suave ao longe. Num convento de freiras, Albertina, a Madre Superiora – conhecida por seu rigor e austeridade - levanta-se da cama, feliz da vida, e exclama: -Que noite maravilhosa, obrigado Senhor! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Tempo fechado, temperatura agradável (convidativa à permanência na cama), música suave ao longe. Num convento de freiras, Albertina, a Madre Superiora – conhecida por seu rigor e austeridade - levanta-se da cama, feliz da vida, e exclama: -Que noite maravilhosa, obrigado Senhor! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor: - Bom dia, Irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
-Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A Madre não gostou nada do comentário, mas fez de conta que não ouviu. Adiante, encontrou outra freira. -Bom dia, Irmã Carmélia! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
-Obrigada, Madre. A senhora também está com excelente aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama...
A Madre Superiora começou a ficar nervosa com aquela resposta insistente, mas seguiu o seu caminho. E a partir dali, todas as freiras que encontrava e cumprimentava respondiam a mesma coisa. Assim, quando encontrou a décima freira, já estava irritadíssima, fula da vida, possessa, apoplética e resolveu tirar a história a limpo. -Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
-Sim, Madre, está...
-E posso saber porquê?
-É que a Madre calçou as sandálias do Padre Epitácio...
Xeque-mate !!! Faltou chão à austera Madre Superiora...
Xeque-mate !!! Faltou chão à austera Madre Superiora...
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Domingo à tarde:
Em algum lugar da cidade, reunidos em torno de uma mesa de bar, alguns sessentões (homens e mulheres) - conhecidos pela aparente frieza e insensibilidade - desmanchavam-se em lágrimas ao recordarem um passado não tão distante, entoando em uníssono:
"Eu me lembro com saudade/O tempo que passou
Domingo à tarde:
Em algum lugar da cidade, reunidos em torno de uma mesa de bar, alguns sessentões (homens e mulheres) - conhecidos pela aparente frieza e insensibilidade - desmanchavam-se em lágrimas ao recordarem um passado não tão distante, entoando em uníssono:
"Eu me lembro com saudade/O tempo que passou
O tempo passa tão depressa/Mas em mim deixou
Jovens tardes de domingo/Tantas alegrias
Velhos tempos/Belos dias
Canções usavam formas simples/Pra falar de amor
Carrões e gente numa festa/De sorriso e cor
Jovens tardes de domingo/Tantas alegrias
Velhos tempos/Belos dias
Hoje os meus domingos/São doces recordações
Daquelas tardes de guitarras/Sonhos e emoções
O que foi felicidade/Me mata agora de saudade
Velhos tempos/Belos dias"
(Jovens Tardes de Domingo, de Roberto Carlos)
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Definitivamente, as nossas tardes de domingos já não são as mesmas.
Autor: Desconhecido - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva
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