NE - Talvez precisemos CHOCAR mesmo a sociedade com uma imagem como essas abaixo, que mostra um quadro de Dengue Hemorrágica, que pode evoluir a óbito ( MORTE para os que não sabem o que é ), facilmente. E saber que tudo isso poderia ser evitado, se as pessoas cuidassem da prevenção, recolhendo vasilhames com água, e acabando com o vetor, o mosquito da Dengue. Esta é a única forma de se prevenir. ( Dihelson Mendonça )

Quadro de Dengue Hemorrágica
Este ano, 80% dos casos registrados no Brasil são do tipo 1. Preocupação é principalmente com jovens e crianças, que têm contato com vírus pela primeira vez. A dengue do tipo 4 chegou à Região Sudeste do país. Os primeiros casos foram confirmados hoje no estado do Rio. Depois de quase 30 anos sem nenhum caso, a maior parte da população brasileira não está protegida contra o vírus. Dona Antônia de Maria já teve dengue há alguns anos e agora reconhece os sintomas que voltou a sentir: “Muita dor de cabeça, dor no corpo, vômito”, disse.
O mosquito Aedes aegypti continua fazendo vítimas no Brasil inteiro. Segundo o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos é provocado pela volta do vírus tipo 1, depois de mais de 20 anos. Este ano, 80% dos casos registrados no Brasil são do tipo 1. A preocupação é principalmente com jovens e crianças, que têm contato com este vírus pela primeira vez.
Outro vírus que voltou a circular no país e que foi registrado nesta quarta-feira no estado do Rio de Janeiro, pondo as autoridades em alerta, é o tipo 4. Segundo o Ministério da Saúde, ele não é mais perigoso do que os outros vírus, mas como só foi detectado há quase 30 anos, a maior parte da população brasileira nunca teve contato com o tipo 4 e pode pegar dengue pela segunda vez, o que representa um risco maior.
“Todos nós sabemos que, quando você tem outra dengue, já por outro tipo de vírus, quando você tem um segundo tipo, você tem uma incidência maior de uma complicação que é a dengue hemorrágica”, explica o secretário estadual de saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. Nos últimos meses, o tipo 4 já tinha sido registrado em Roraima, Amazonas e Pará. Na semana passada, a doença foi confirmada no Piauí. Na terça-feira, na Bahia. E agora chegou ao Sudeste. No Rio, os casos foram registrados em Niterói, Região Metropolitana. Segundo a Secretaria estadual de Saúde, são duas irmãs que não viajaram nos últimos meses, o que afasta a suspeita de o vírus ter sido contraído em outra região.
Fonte: G1
O mosquito Aedes aegypti continua fazendo vítimas no Brasil inteiro. Segundo o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos é provocado pela volta do vírus tipo 1, depois de mais de 20 anos. Este ano, 80% dos casos registrados no Brasil são do tipo 1. A preocupação é principalmente com jovens e crianças, que têm contato com este vírus pela primeira vez.
Outro vírus que voltou a circular no país e que foi registrado nesta quarta-feira no estado do Rio de Janeiro, pondo as autoridades em alerta, é o tipo 4. Segundo o Ministério da Saúde, ele não é mais perigoso do que os outros vírus, mas como só foi detectado há quase 30 anos, a maior parte da população brasileira nunca teve contato com o tipo 4 e pode pegar dengue pela segunda vez, o que representa um risco maior.
“Todos nós sabemos que, quando você tem outra dengue, já por outro tipo de vírus, quando você tem um segundo tipo, você tem uma incidência maior de uma complicação que é a dengue hemorrágica”, explica o secretário estadual de saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. Nos últimos meses, o tipo 4 já tinha sido registrado em Roraima, Amazonas e Pará. Na semana passada, a doença foi confirmada no Piauí. Na terça-feira, na Bahia. E agora chegou ao Sudeste. No Rio, os casos foram registrados em Niterói, Região Metropolitana. Segundo a Secretaria estadual de Saúde, são duas irmãs que não viajaram nos últimos meses, o que afasta a suspeita de o vírus ter sido contraído em outra região.
Fonte: G1
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