Você daria outra chance a médicos que perderam suas licenças por erros ?O Brasileiro aguarda com um pé atrás o desfecho do parecer da comissão de Constituição e Justiça do Senado, que avalia o projeto da senadora Maria do Carmo Silva do (DEM-SE), em tramitação na casa. Esse projeto vem alcançando um índice muito grande de repúdio do povo Brasileiro. A expectativa é grande por um SIM vergonhoso ou NÃO de bom senso. A proposta da senadora visa dar outra chance aos médicos que perderam suas licenças por erros, no exercício da profissão, criando punições alternativas como: curso de ética, aperfeiçoamento e especialização, normas impostas para o retorno a profissão. Para os casos graves, seria mantida a suspensão ou cassação do registro médico conforme a forma da lei. São muitas as interrogações (?). Estaria a senadora legislando em causa própria? Vêm à tona lembranças de tantos casos de impunidade entre eles, do ex médico Marcelo Caron que matou e mutilou pessoas, foi julgado e condenado, entrou com recurso e está em liberdade a espera de novo julgamento. São razões que motivam a indignação do povo.
Promotor Dr. Raimundo Parente da 3ª Promotoria de justiça da comarca do Crato-CE.
Considero uma ideia infeliz – considero que a lei sendo aprovada ira gerar impunidade para os médicos – considero que os casos devem ser tratados pelo código penal, sem prejuízo das sanções aplicadas pelos conselhos de medicina do país.
Dr. George Macário de Brito (advogado) Crato-CE.
Sou totalmente contra o projeto da senadora Maria do Carmo Silva, por conta da banalização na formação de profissionais, pelas faculdades de medicina do país, onde os erros médicos, estão mais frequentes pela falta de competência e compromisso com o paciente ou cliente. O projeto da nova chance ao cidadão que não teve compromisso de se formar bem, é dar aos seus erros, uma blindagem de imunidade como se fosse um político. Sou mais radical ainda!! Assim como a OAB faz a prova para a seleção de seus profissionais para o mercado, que o CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA também faça com mais rigor uma avaliação melhor dos profissionais que vão lhe dá com vidas.
Vereador Florisval Sobreira Coriolano presidente da Câmara Municipal do Crato-CE.
Sou contra e vejo um infeliz projeto que tramita na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e acho que a senadora Maria do Carmo vai de encontro a uma indignação popular e que retirasse o processo, uma vez que o mesmo deixa dúvidas se não é, para benefício próprio. Fica uma interrogação (?), a população brasileira vem acompanhando sucessivos erros médicos, praticados muitas vezes, pelos mesmos profissionais que ainda julgados estão em liberdade.
Dr. Francisco Carlos, Médico Clínico Cirurgião, Ex-Secretário de Saúde do Município de Barbalha-CE.
Sou médico há 23 anos sem nenhum processo. Prezo e me dedico pela valorização da vida, não acredito que um projeto como esse seja aprovado uma vez que o considero também inconstitucional e se aprovado seria um salvo-conduto para a impunidade. O que precisa é de faculdades de medicina, com melhores estruturas de ensino.
Dr. Humberto Macário de Brito, médico há 53 anos, aos 78 anos de idade, Ex-Prefeito do
Crato-CE, Ex-Secretário de Saúde do Estado do Ceará no governo de Virgilio Távora.
Sou contra sim. Penas alternativas para quem já passou pela escola? Ele tem que profissionalmente, seguir o código de antologia médica, lei que disciplina e regula a prestação do serviço médico. Se ele erra tem que ser punido até que prove o contrário, esse projeto não passa, a formação ética começa na família e ele segue na escola.
Pergunta: e quanto à formação do médico de ontem e de hoje? Disse: o médico de hoje tem mais condição de aprendizado pela evolução dos tempos e novas tecnologias, agora quanto aos aspectos da ética-decência e da moralidade, eu tenho cá minhas dúvidas, acredito que no passado nossos médicos foram e são mais dignos. Esse projeto para mim é balela... é demagogo.
Padre Francisco Edmilson Neves Ferreira, pároco da catedral da sé, Crato-CE.
Na minha opinião, o projeto fere muito a ética, garante privilégios a uma classe, desprivilegiando outra, o lado mais fraco. A Igreja sempre foi defensora da vida em todos os sentidos e uma lei para ser justa ela tem que beneficiar os dois lados. Cercar o médico de muitos cuidados, de muita proteção em detrimento do paciente não é correto. A lei tem que reconhecer o direito de ambos. Por outro lado, a situação do nosso país, onde o estudo não é tão aprimorado e se ver o surgimento de tantas faculdades, universidades que responde mais a uma questão, infelizmente hoje o ensino virou comércio, se brinca com o dito popular que algumas faculdades “pagou, passou, entrou”, significa dizer que, nem toda pessoa com um título na mão, tem competência para exercer aquele trabalho. Em todo canto é assim, até mesmo na religião, nem todo profissional age como deveria agir. Tudo isso implica numa fiscalização maior, num julgamento mais abalizado e não se trata de julgar um médico por uma morte, sem investigar as causas se foi por ação da natureza ou foi provocada.
Temos visto muitas vítimas e muitos mutilados. E se o nosso país começar a legitimar a impunidade, proteger evitando que a lei não possa atingir, isso é muito perigoso! Daqui a pouco vamos começar a legitimar muitas coisas graves no país.
VOX POPULI
1. Está provado que Deus não é brasileiro, pois neste país tudo é possível.
2. Se os erros médicos, as omissões e impunidades já existem com frequência como vão dar a eles mais respaldo para impunidades.
3. Vamos ter uma classe menos temente as leis e de pouco caso com os pacientes, embora sabemos que errar é humano.
4. Será um atestado de impunidade, só isso.
5. Se a saúde no país já vai de mal a pior, vem mais essa para piorar o atendimento.
6. O que tem por traz deste projeto da senadora, será que ela é médica ou tem alguém na família sendo punido por erro médico?
7. No caso de uma aprovação, vamos ter mais óbitos pelas mãos de médicos incompetentes.
8. Meu Deus vai sobrar para os pobres.
9. Com esses privilégios de poder errar, matar e voltar quem vai denunciar, qual autoridade que vai se interessar pela denúncia se ele está imune.
10. Como ficará e que reflexo terá as universidades na formação de futuros médicos, sem medo de punição.
11. Voltar para a escola de novo como punição? É vergonhoso um projeto desse.
12. Se não bastasse a imunidade para os políticos fortalecerem suas corrupções no país, vem agora a imunidade dos médicos também, só no Brasil.
13. Quem mandou votar numa pessoa dessa.
14. A profissão de médico visa somente dinheiro, nada pelo voluntário, agora é pelo monetário.
15. Médicos estão matando pessoas, por não diagnosticar um simples sintomas de dengue.
16. Em muitos postos de saúde, onde a procura de consultas é grande, o diagnóstico e a medicação é quase generalizada para os pacientes. Se hoje é assim, imagine amanhã com um projeto desse.
Por: Ed Alencar
Vejamos o que diz as autoridades, a classe médica, igreja, políticos e a sociedade.
Promotor Dr. Raimundo Parente da 3ª Promotoria de justiça da comarca do Crato-CE.
Considero uma ideia infeliz – considero que a lei sendo aprovada ira gerar impunidade para os médicos – considero que os casos devem ser tratados pelo código penal, sem prejuízo das sanções aplicadas pelos conselhos de medicina do país.
Dr. George Macário de Brito (advogado) Crato-CE.
Sou totalmente contra o projeto da senadora Maria do Carmo Silva, por conta da banalização na formação de profissionais, pelas faculdades de medicina do país, onde os erros médicos, estão mais frequentes pela falta de competência e compromisso com o paciente ou cliente. O projeto da nova chance ao cidadão que não teve compromisso de se formar bem, é dar aos seus erros, uma blindagem de imunidade como se fosse um político. Sou mais radical ainda!! Assim como a OAB faz a prova para a seleção de seus profissionais para o mercado, que o CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA também faça com mais rigor uma avaliação melhor dos profissionais que vão lhe dá com vidas.Vereador Florisval Sobreira Coriolano presidente da Câmara Municipal do Crato-CE.
Sou contra e vejo um infeliz projeto que tramita na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e acho que a senadora Maria do Carmo vai de encontro a uma indignação popular e que retirasse o processo, uma vez que o mesmo deixa dúvidas se não é, para benefício próprio. Fica uma interrogação (?), a população brasileira vem acompanhando sucessivos erros médicos, praticados muitas vezes, pelos mesmos profissionais que ainda julgados estão em liberdade.Dr. Francisco Carlos, Médico Clínico Cirurgião, Ex-Secretário de Saúde do Município de Barbalha-CE.
Sou médico há 23 anos sem nenhum processo. Prezo e me dedico pela valorização da vida, não acredito que um projeto como esse seja aprovado uma vez que o considero também inconstitucional e se aprovado seria um salvo-conduto para a impunidade. O que precisa é de faculdades de medicina, com melhores estruturas de ensino.Dr. Humberto Macário de Brito, médico há 53 anos, aos 78 anos de idade, Ex-Prefeito do
Crato-CE, Ex-Secretário de Saúde do Estado do Ceará no governo de Virgilio Távora.
Sou contra sim. Penas alternativas para quem já passou pela escola? Ele tem que profissionalmente, seguir o código de antologia médica, lei que disciplina e regula a prestação do serviço médico. Se ele erra tem que ser punido até que prove o contrário, esse projeto não passa, a formação ética começa na família e ele segue na escola.Pergunta: e quanto à formação do médico de ontem e de hoje? Disse: o médico de hoje tem mais condição de aprendizado pela evolução dos tempos e novas tecnologias, agora quanto aos aspectos da ética-decência e da moralidade, eu tenho cá minhas dúvidas, acredito que no passado nossos médicos foram e são mais dignos. Esse projeto para mim é balela... é demagogo.
Padre Francisco Edmilson Neves Ferreira, pároco da catedral da sé, Crato-CE.
Na minha opinião, o projeto fere muito a ética, garante privilégios a uma classe, desprivilegiando outra, o lado mais fraco. A Igreja sempre foi defensora da vida em todos os sentidos e uma lei para ser justa ela tem que beneficiar os dois lados. Cercar o médico de muitos cuidados, de muita proteção em detrimento do paciente não é correto. A lei tem que reconhecer o direito de ambos. Por outro lado, a situação do nosso país, onde o estudo não é tão aprimorado e se ver o surgimento de tantas faculdades, universidades que responde mais a uma questão, infelizmente hoje o ensino virou comércio, se brinca com o dito popular que algumas faculdades “pagou, passou, entrou”, significa dizer que, nem toda pessoa com um título na mão, tem competência para exercer aquele trabalho. Em todo canto é assim, até mesmo na religião, nem todo profissional age como deveria agir. Tudo isso implica numa fiscalização maior, num julgamento mais abalizado e não se trata de julgar um médico por uma morte, sem investigar as causas se foi por ação da natureza ou foi provocada.Temos visto muitas vítimas e muitos mutilados. E se o nosso país começar a legitimar a impunidade, proteger evitando que a lei não possa atingir, isso é muito perigoso! Daqui a pouco vamos começar a legitimar muitas coisas graves no país.
VOX POPULI
1. Está provado que Deus não é brasileiro, pois neste país tudo é possível.
2. Se os erros médicos, as omissões e impunidades já existem com frequência como vão dar a eles mais respaldo para impunidades.
3. Vamos ter uma classe menos temente as leis e de pouco caso com os pacientes, embora sabemos que errar é humano.
4. Será um atestado de impunidade, só isso.
5. Se a saúde no país já vai de mal a pior, vem mais essa para piorar o atendimento.
6. O que tem por traz deste projeto da senadora, será que ela é médica ou tem alguém na família sendo punido por erro médico?
7. No caso de uma aprovação, vamos ter mais óbitos pelas mãos de médicos incompetentes.
8. Meu Deus vai sobrar para os pobres.
9. Com esses privilégios de poder errar, matar e voltar quem vai denunciar, qual autoridade que vai se interessar pela denúncia se ele está imune.
10. Como ficará e que reflexo terá as universidades na formação de futuros médicos, sem medo de punição.
11. Voltar para a escola de novo como punição? É vergonhoso um projeto desse.
12. Se não bastasse a imunidade para os políticos fortalecerem suas corrupções no país, vem agora a imunidade dos médicos também, só no Brasil.
13. Quem mandou votar numa pessoa dessa.
14. A profissão de médico visa somente dinheiro, nada pelo voluntário, agora é pelo monetário.
15. Médicos estão matando pessoas, por não diagnosticar um simples sintomas de dengue.
16. Em muitos postos de saúde, onde a procura de consultas é grande, o diagnóstico e a medicação é quase generalizada para os pacientes. Se hoje é assim, imagine amanhã com um projeto desse.
Por: Ed Alencar
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