Thursday, July 22, 2010

Lançamento do Livro "Caminhadas com o Padre Cícero" de Geraldo Menezes Barbosa


INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE - ICVC

Lançamento do Livro do Dr. Geraldo Menezes Barbosa: CAMINHADAS COM O PADRE CÍCERO, NARRATIVAS DE IMPORTANTES FATOS DE SUA VIDA. Composição da Mesa: Dr. Geraldo Menezes Barbosa, Dra. Antonia Ladislau, Sra. Darcila Neri Coelho, Dra. Dulcilene Lacerda, Dr. Arcelino Jácome, Prefeito Manoel Santana, Sr. Renato Dantas, Sr. Roberto Germano, Sr. José Carlos, Sr. Jarbas Botelho, Sr. Ricardo Lima,

Escritor Raimundo Araujo e o Profº. Hugo Rodrigues (Pres. do ICVC)

Rep. do ICVC presentes: Agnaldo Carlos, Ernanes Tavares, Francisco Renato Dantas, Geraldo Menezes Barbosa, Hugo de Melo Rodrigues, Maria Antélvia Cândido de Lima, Maria do Rosário Lustosa da Cruz e Pedro Ernesto Filho.

(NOTA DO ICVC)

O Instituto Cultural do Vale Caririense - ICVC vem respeitosamente felicitar V.S.ª pelo lançamento da sua mais nova obra literária intitulada: CAMINHADAS COM O PADRE CÍCERO, NARRATIVAS DE IMPORTANTES FATOS DE SUA VIDA, rico material de pesquisa que compõe o acervo documental do Centenário de Juazeiro do Norte e recebe a Edição do ICVC. A grandeza da sua obra se faz por conseguir sintetizar de maneira simples toda uma trajetória da vida não só de um homem, mas de toda uma cidade. A leitura de sua obra me reportou a obra NOSSA CIDADE, do escritor americano Thorton Wilder (1897-1975), sendo esta uma peça de teatro dividida em três atos: Ato I-A Vida Cotidiana, Ato II: O Casamento e Ato III: A Morte. No primeiro ato o autor vai identificando os personagens e as características da cidade, assim como suas crônicas que vai deixando o registro de Juazeiro que desperta no interior cearense em 1911. O segundo ato registra um casamento na cidade, que me faz pensar nas pequenas e grandes decisões que muitos precisaram tomar para que nós estivéssemos hoje prestes a completar nosso centenário. No terceiro ato os antigos moradores da cidade já mortos, conversam no cemitério no alto da colina observando a cidade e nos fazendo refletir sobre a vida e a morte, permitindo-nos a compreensão de “não teremos ainda mil anos pela frente”. Quantos dos nossos que colaboraram para o desenvolvimento dessa cidade já passaram para um outro tempo, um outro lugar. Só a arte é capaz de quebrar a unidade do tempo e permitir que mortos e vivos contemplem a sua cidade. Cícero e Geraldo de forma amigável caminham e contemplam essa cidade quase centenária.

Profº Hugo Rodrigues - Pres. do ICVC.

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