Quero sim ser suspeito ao falar de Dihelson Mendonça, e quem não seria, até mesmo desafetos, se renderiam ao talento e ao virtuosismo, em que o músico planifica em teclas de marfim o que se tem de mais belo, na sonoridade da música dos grandes mestres. O tempo e a crueldade dos senhores nascidos em épocas tão equidistantes. Dihelson nasceu em tempo que não corresponde com o seu talento, ele encarna o espírito e sabedoria do "masturbar", desfilando como seda ao corpo de uma mulher, quando o mesmo incorpora a grande satisfação da musica barroca, sendo ao mesmo tempo Pop, ao ecletismo de um dos mestres, que é Hermeto Pascoal, o mago do improvável.
Mas suas mãos são sim,uma proximida de divina, ao tocar nos corações com belas partituras
Leveza no que faz
Perfeccionismo, de sinceridades sonoras





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